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Memorial da AEMO, por Ungulani Ba Ka Khosa
O acto de apresentação do Memorial comemorativo dos 25 anos da existência da Associação dos Escritores Moçambicanos coube ao escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa. Leia-se a seguir o texto de apresentação.
 
Memorial da AEMO já à venda
Foi lançado no passado dia 2 de Maio de 2008 o Memorial comemorativo dos 25 anos da existência da Associação dos Escritores Moçambicanos. A obra contou com o patrocínio do Banco de Moçambique e foi organizada pelos escritores Pedro Chissano (Coordenador), Manecas Cândido e Marcelo Panguana.
 

QUEM SOMOS

Jorge de Oliveira nasceu a 2 de Abril de 1971 na Cidade de Maputo, Moçambique. Membro da Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO). Iniciou a sua actividade como editor literário em 1990, na Gazeta de Artes e Letras, da Revista Tempo. Foi colaborador do Jornal Lua Nova, editor da Segunda Edição de Ualalapi de Ungulani Ba Ka Khosa e Primeira Edição de Histórias de Amor e Espanto do mesmo autor. Editou e apresentou programas ligados a cultura e literatura em particular, sendo de destacar Ser ou Não Ser, A Letra e Tempo de Cultura na Televisão de Moçambique e Artes, Letras e Ideias na Rádio Moçambique.
É autor de Fazedores da Alma, um livro de entrevistas à Intelectuais de todo o mundo. Actualmente exerce as funções de Secretário-Geral da Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO) tendo sido no mandato anterior Presidente do Conselho Fiscal.

Armando Artur nasceu a 28 de Dezembro de 1962 na província da Zambézia, Moçambique. Iniciou a sua actividade literária em 1980. Faz parte da Geração Charrua. Foi Secretário-Geral da Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO). É membro fundador da Associação Pan-africana de Escritores (PAWA), da qual é Presidente para Moçambique. Desempenha, igualmente, as funções de Vice-Presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa (FBLP), cargo que ocupa desde a morte do poeta José Craveirinha. Publicou Espelho dos Dias (1986), O Hábito das Manhãs (1990), Estrangeiros de Nós Próprios (1996), Os Dias em Riste (2002), A Quintessência do Ser (2004), No Coração da Noite (2007). Possui obra dispersa em revistas literárias, livros didácticos, antologias e jornais nacionais e outras obras traduzidas e publicadas no estrangeiro. É Prémio Consagração Rui de Noronha – FUNDAC (2002) e Prémio Nacional de Literatura José Craveirinha (2003/2004).

Aurélio Furdela é membro efectivo e de direcção da AEMO. Publicou em 2003 De Medo Morreu o Susto, em 2005 Gatsi Lucere, e em 2006 O Golo que Meteu o Árbitro. Está representado na antologia lusofônica “La Nuova Narrativa in Língua Portoghese” (2005), obra traduzida para italiano. Assinou no jornal “Desafio” a coluna “Fora-dijogo” e colaborou como dramaturgo a actor no programa de teatro radiofónico da Rádio Moçambique “Cena Aberta”, para o qual escreveu cerca de 25 peças originais. Prémio Revelação de Ficção AEMO/ICA (2002); Prémio Revelação de texto dramático AMOLP/ICA (2002), Prémio Nacional de Teatro UNESCO/Ministério da Cultura (2002) e Prémio Revelação da Revista TVZINE (2003).

Sangare Okapi. Bacharel em Ensino de Português. Membro efectivo e de direcção da AEMO. Poeta. Publicou, em 2005, Inventário de Angústias ou Apoetose do Nada e em 2007 Mesmos Barcos ou Poemas de revisitação do Corpo. Está representado na revista brasileira “Poesia Sempre” (2007). Co-produziu e encenou a peça “Pereto de Onti”, distinguida com mérito no Festival Regional de Teatro Amador Zona Sul, organizado pela Casa da Cultura do Alto-Maé (1996). Em 2007, participou, em representação de Moçambique, no XII Festival de Poesia de Havana, dedicado a África e Caraíbas. Prémio Revelação de Poesia AEMO/ICA (2004) e Menção Honrosa do Prémio Revelação Rui de Noronha/FUNDAC (2002).

Domi Chirongo, pseodónimo de Domingos Carlos Pedro, nasceu na Cidade de Maputo, aos 16 de Abril de 1975. É Licenciado em Psicologia e Pedagogia pela Universidade Pedagógica. Xidambane – Um pequeno africano vítima das cheias (2005) é a sua primeira obra. Foi coordenador da União Nacional dos Escritores (UNE), instituição da qual foi membro fundador. Começou a interessar-se pela Literatura muito cedo, mas foi na década 90, nos diferentes movimentos literários surgidos em Maputo, que Domi desenvolvi a sua escrita. Tem colaboração em vários órgãos de informação nacional e estrangeira. Tem artigos dispersos em jornais como “Demos”, “Savana”, “Zambeze” e revista “Tempo”. Foi co-realizador e co-apresentador do programa ridiofónico “Livro Vivo”. Foi colunista do jornais “Ponto Zero”, “Ecos”, “O Autarca” e da revista “Quepassa”.

Manecas Cândido nasceu a 1 de Julho de 1979, em Quelimane, província da Zambézia. É Bacharel em Biologia pela Universidade Pedagógica. É membro efectivo da AEMO e do Núcleo dos Escritores da Zambézia. Poeta, publicou O Sentido das Metáforas (2007). Colaborou, na Rádio Moçambique, na rubrica “Sugestão de Leitura” (2004). Tem poemas publicados nos jornais “Diário de Moçambique”, “Savana” e “notícias”, nalguns casos assinados sob o pseodónimo Lu-Mundime. É Prémio Revelação Rui de Noronha – FUNDAC (2005).

Suleiman Cassamo nasceu em Marracuene – Maputo, em 1962. Licenciado em Engenharia Mecânica. Professor universitário. Co-fundador e membro do conselho de redacção da revista “Eco”. Foi Secretário-geral da AEMO. Ficcionista.
Tem colaboração intensa em revistas literárias (“Charrua”, “Eco”, “Forja”, “Tempo”), no jornal “notícias”, e tem colaboração radiofónica (rádio Moçambique). Publicou os seguintes livros: O Regresso do Morto, 1989; Amor de Baobá, 1997; e Palestra para um Morto. Ganhou o Prémio Guimarães Rosa, atribuído pela Rádio France International (RFI).

Carlos Paradona nasceu no distrito de Inhaminga, província de Sofala, em 1963. Poeta e ficcionista.
Tem colaboração dispersa nos jornais “Notícias da Beira”, “diário de Moçambique”, nos semanários “Tempo” e “Forja” e nas revistas literárias “Charrua”, “Forja” e “Eco”. Publicou o livro Gestação do Luar, 1991.

Marcelo Panguana nasceu na então Lourenço Marques, em 1951. Colaboração frequente na imprensa: “Diálogo”, (página literária do “Notícias da Beira”), “notícias”, “Domingo”, “Tempo” e na revista “Charrua”. Publicou os livros: As Vozes que Falam de Verdade, 1987; A Balada dos Deuses, 1991; Os Ossos de Ngungunhana, 2006. Está representado na antologia “Sonha Mamana África”. Prémios: Prémio Consagração FUNDAC.

Márcia dos Santos nasceu em Inhambane, em 1977. Mestre em Linguística Aplicada e docente universitária. Coordenou a página juvenil do jornal “Savana”. Publicou as seguintes obras: Almas Gémeas, 1998, e Revelações, 2006.

Ficha Técnica do website

Direcção-geral
Jorge de Oliveira
Aurélio Furdela

Edição
Lucílio Manjate

Redacção
Carlota Chongo
Manecas Cândido

 
 Prosa
Brincadeiras de Macaco
 Poesia
Grito Negro
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