Rui Nogar, identificação de Francisco Rui Moniz Barreto, nasceui na então Lourenço Marques, a 2 de Fevereiro de 1932 e faleceu a 11 de Março de 1993, em Lisboa.
Activista político: preso várias vezes pela PIDE. Duncionário de agência de publicidade, iniciou a sua actividade no movimento cultural e literário surgido em Lourenço Marques depois do final da 2 Guerra Mundial na Associação Africana e nos jornais “Itinerário” e “O Brado Africano”. Deputado da Assembleia Popular e Director do Museu da Revolução. O primeiro secretário da Associação dos Escritores Moçambicanos. Foi militante da FRELIMO desde 1964, Director Nacional da Cultura, conferencionista e declamador. Colaboração dispersa na imprensa: “Itinerário”, “O Brado Africano”, “A Voz de Moçambique”, “Caliban”, “África”.
Os seus poemas estão traduzidos em várias línguas e figuram nas mais importantes antologias de poesia africana de língua portuguesa. Publicou o livro Silêncio Escancarado, 1982. |